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FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS

Trabalhadora da construção

Muitos fiscais são designados sem capacitação, sem tempo, sem ferramentas e sem compreensão clara de suas responsabilidades.

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Uma fiscalização eficiente começa antes da primeira entrega.

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É necessário compreender o objeto, conhecer os riscos, definir rotinas, organizar registros, estabelecer critérios de medição e alinhar expectativas com o fornecedor.

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Sem esse planejamento, o fiscal pode até acompanhar atividades, mas terá dificuldade para demonstrar se os resultados foram efetivamente entregues.

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O Curso In Company de Fiscalização de Contratos prepara gestores e fiscais para organizar o acompanhamento da execução com método, segurança e foco em desempenho.

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Tópicos possíveis:

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  • gestão e fiscalização;

  • papéis e responsabilidades;

  • gestor do contrato;

  • fiscal técnico;

  • fiscal administrativo;

  • fiscal setorial;

  • apoio de terceiros;

  • segregação de funções;

  • responsabilidade dos agentes;

  • riscos;

  • reunião inicial;

  • plano de fiscalização;

  • canais de comunicação;

  • documentos e evidências;

  • definição de rotinas;

  • verificação do objeto;

  • prazos;

  • qualidade;

  • quantidades;

  • obrigações acessórias;

  • gestão de ocorrências;

  • comunicação com o contratado;

  • prevenção de informalidades;

  • critérios objetivos de medição;

  • recebimento provisório e definitivo;

  • ateste provisório e definitivo;

  • comprovação da execução;

  • indicadores;

  • níveis mínimos de serviço;

  • glosas;

  • pagamento por resultados;

  • relatórios;

  • notificações;

  • ordens de serviço;

  • atas;

  • fotografias;

  • sistemas;

  • rastreabilidade;

  • qualidade da instrução;

  • formalização proporcional;

  • dosimetria das cláusulas sancionatórias;

  • sanções;

  • preservação do contraditório;

  • alterações quantitativas e qualitativas;

  • prorrogação;

  • reajuste;

  • repactuação;

  • revisão;

  • reequilíbrio econômico-financeiro;

  • análise dos pedidos do contratado;

  • repactuação;

  • substituição de profissionais;

  • produtividade;

  • fiscalização administrativa;

  • riscos de responsabilidade subsidiária;

  • indicadores preventivos;

  • riscos críticos;

  • dependência do fornecedor;

  • descontinuidade;

  • contingência;

  • atualização do mapa de riscos;

  • garantias;

  • documentação;

  • avaliação do fornecedor;

  • transição;

  • registro das lições.

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